segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010


Na noite de hoje, durante o "Jornal da Record", Ana Paula Padrão dará início, de forma oficial, à cobertura da Olimpíada de Inverno no Canadá.Transmissões divididas entre Record e Record News.Equipe de 80 pessoas em Vancouver, momentaneamente liderada pelos diretores Honorilton Gonçalves e Douglas Tavolaro.O fuso é de 6 horas.

Hebe está confirmada na nova grade do SBT, que estreia em março. A emissora mantém o programa da loira, porém, em novo horário. Às 23h, após a estreia do Conexão Repórter, com Roberto Cabrini.
As novidades poderão ser vistas a partir do dia 1º de março.
A apresentadora se submeteu a uma segunda sessão de quimioterapia e passa bem.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010


A Band fechou com a Fox na semana passada a aquisição de um pacote de seriados top de linha. A emissora terá a nova Modern Family, Bones, Burn Notice e The Unit (no Brasil também conhecida como The Unit – Tropa de Elite).
A negociação foi finalizada durante a Natpe 2010, em Las Vegas, uma das maiores feiras de televisão do mundo. A Band vai criar uma faixa de seriados no horário nobre, a partir de maio, assim como já fizeram SBT e Record. A rede já havia adquirido títulos como The Sopranos (HBO) e as infanto-juvenis Zoey 101 e Ned’s Declassified School Survival Guide.
A aquisição mais surpreendente é a de Modern Family, ainda inédita na TV paga brasileira. A série, no ar nos EUA desde setembro pela ABC, segue a rotina de três famílias contemporâneas: uma tradicional e conservadora, uma em que o homem é casado com uma mulher bem mais jovem e uma formada por dois homens (gays) e um bebê vietnamita adotado por eles. O seriado se enquadra em um novo formato, chamado de “mock-documentary” e “mockumentary”. Enfim, é um falso documentário.
Série sobre investigações policiais a partir de ossos, Bones já pertenceu à Globo, que não a exibiu (a Globo tem prioridade para comprar todos os produtos da Fox). A Band adquiriu suas duas primeiras temporadas. De Bones, sobre um espião demitido, também comprou duas. As demais séries, por enquanto, só terão uma temporada na Band.


BARRADOS NO BAILE
Título original: Beverly Hills 90210
Mostrar a fase pós-adolescência com todas as alegrias e dificuldades é a proposta da série Barrados no Baile, criada por Darren Star (o mesmo de Melrose e Sex and the city, entre outras) para a Fox. Uma das mais bem-sucedidas séries sobre jovens, ela começou em outubro de 1990 e terminou em maio de 2000, tendo sua estréia no Brasil em 1992, na Rede Globo e depois, na Sony. Tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, ela continua sendo exibida. A história começou quando a família Walsh (os pais Jim e Cindy Walsh e seus fihos gêmeos Brandon e Brenda) muda-se da fria Minnesota para a glamurosa Beverly Hills, na Califórnia, e tem que se acostumar com o novo padrão de vida. O bom moço Brandon Walsh (Jason Priestley ) e a perturbada Brenda Walsh (Shannen Doherty) logo conhecem o boa-vida Steve Sanders (Ian Ziering), a encucada Kelly Taylor (Jennie Garth), a ingênua Donna Martin (Tori Spelling, filha de um dos produtores da série, Aaron Spelling), o músico David Silver (Brian Austin Green) e a editora do jornal da escola Andréa Zuckerman (Gabrielle Carteris), além do bad boy Dylan McKay (Luke Perry). A escola West Beverly, assim como a lanchonete de Nat (Joe E. Tata), o Peach Pit, são os pontos de encontro dessa moçada. Ao longo da história, vários personagens ganham novos rumos e a primeira a sair da história foi Brenda (Shannen Doherty), na quarta temporada, acusada de tumultuar as gravações. Para preencher a lacuna, a turma conheceu outra “garota-má”, Valerie Malone (Tiffani-Amber Thiessen) e depois vieram outros personagens. Entre o grupo de amigos, rolaram vários casos de amor. Brenda gostava de Dylan, que namorou Kelly, que era a paixão de Steve, mas que chegou a ficar noiva Brandon, que era o amor-secreto de Andréa... e assim por diante. Virgindade, drogas, paixão, gravidez indesejada, traição, diferenças sociais, amores de verão, relacionamento com os pais, dificuldades na escola e no mercado de trabalho e outros temas eram recorrentes na série.

V: A Batalha Final







A saga de V começou quando Kenneth Johnson escreveu e dirigiu a minissérie original em 1983. Entre seus trabalhos de destaque também se encontram O Homem de Seis Milhões de Dólares/The Six Million Dollar Man, A Mulher Biônica/The Bionic Woman, O Incrível Hulk/The Incredible Hulk e Missão Alien/Alien Nation. Com o sucesso da primeira invasão réptil à Terra, a NBC encomendou uma continuação, na qual Johnson teve menor participação por causa de desentendimentos com a rede. Por isso, seu nome foi creditado como Lillian Weezer, na sequência.A idéia inicial foi inspirada pela sátira política It Can’t Happen Here, escrita por Sinclair Lewis. O livro de 1935 apresenta o jornalista Doremus Jessup lutando contra o regime fascista do presidente Berzelius “Buzz” Windrip. Embora a intenção de Johnson fosse desenvolver uma trama política, na qual um movimento fascista começa a surgir nos Estados Unidos, a NBC e a Warner Bros. optaram pela ficção científica para aproveitar o sucesso de filmes como Guerra nas Estrelas/Star Wars.Assim mesmo, ele conseguiu traçar um paralelo com o nazismo tanto em fatos quanto no visual. Os alienígenas, por exemplo, vestem uniformes vermelhos com emblemas semelhantes à suástica alemã. Além disso, os alienígenas formam um grupo de jovens colaboradores, que lembra a Juventude Hitlerista. Enquanto o nazismo perseguia judeus, os alienígenas perseguem cientistas, aprisionando e torturando seus familiares e amigos. O personagem judeu Abraham Berstein (Leonardo Cimino), da minissérie original, frequentemente relembra os horrores pelos quais passou e aconselha àqueles a sua volta a não permitir que o holocausto se repita. Em uma época em que a guerra fria alimentava o medo proveniente da extinta União Soviética, o tema teve grande receptividade, especialmente com a vitória da resistência ao final de V: A Batalha Final/V: The Final Battle.Apesar dessa vitória, humanos e alienígenas voltaram a se enfrentar na série produzida por Daniel Blatt e Robert Singer, que foi ao ar de 26 de outubro de 1984 a 22 de março de 1985. Diversos personagens das minisséries foram mantidos e outros novos foram acrescentados, formando um elenco grande e caro.Liderando a resistência continuaram o jornalista Michael Donavan (Mark Singer) e a cientista Juliet Parish (Faye Grant), com um time humano que ainda incluía Elizabeth (Jennifer Cooke/Jenny Beck), Ham Tyler (Michael Ironside), Chris Farber (Mickey Jones), Robert Maxwell (Michael Durrell), Robin Maxwell (Blair Tefkin), Kyle Bates (Jeff Yagher), Natan Bates (Lane Smith), Chiang (Aki Aleong), Elias Taylor (Michael Wright) e Sean Donavan (Nicky Katt). Ainda no comando réptil estava Diana (Jane Badler), acompanhada por Lydia (June Chadwick), Charles (Duncan Regehr), o tenente James (Judson Scott) e os simpatizantes da resistência Martin Philip (Frank Ashmore) e Willie (Robert Englund).Quando a nova saga começa, um ano se passou após os acontecimentos de V: A Batalha Final. Diana foi capturada e será julgada por seus crimes contra a humanidade. Porém, a caminho do tribunal, ela é raptada pelo executivo Natan Bates, que lhe oferece refúgio em troca de conhecimento tecnológico. Uma vez livre, Diana planeja reunir sua antiga frota e atacar a Terra novamente. Por isso, os antigos membros da resistência precisam se reunir mais uma vez para proteger o planeta.Ao contrário das produções anteriores, a série não teve a mesma audiência. Para salvar o projeto, a NBC decidiu reduzir os custos, dispensando alguns personagens e limitando as filmagens apenas aos estúdios da Warner. A rede chegou até a pensar em introduzir um carro falante para competir com Kitt, de A Supermáquina/Knight Rider.A solução parecia estar no retorno de Kenneth Johnson, pois os roteiristas estavam mais familiarizados com novelas do que com ficção científica, mas Johnson recusou o convite. A série foi cancelada sem um final para a batalha. Embora Michael Stracynski, de Babylon 5, tenha escrito um roteiro de conclusão, o episódio não foi produzido. Após o cancelamento, V se manteve viva através de romances até 1987. E agora parece pronta para assombrar os humanos na sua nova versão.

A jornada da família Robinson começa em 1812 com a publicação do romance The Swiss Family Robinson (Der Schweizerische Robinson), escrito pelo pastor suíço Johann David Wyss. Em seu livro, a família fica perdida em uma ilha deserta após um naufrágio nos mares da Índia. O objetivo do livro era ensinar sobre valores familiares e o uso da natureza.Mais de cem anos depois, Irwin Allen decidiu adaptar a obra para a TV produzindo um piloto de duas horas sobre A Família Robinson. O filme que estreou dia 15 de abril de 1975, na ABC, fazia parte de um acordo com a 20th Century Fox para criar três pilotos. Os outros dois eram The Time Travelers e Adventures of the Queen, mas apenas A Família Robinson transformou-se em série. Juntamente com O Homem das Mil Faces/Barbary Coast e Mobile One, ela fazia parte da sessão World of Adventure, nos domingos à noite.Essa odisséia criada por Allen começa em 1814, quando um naufrágio deixa o pastor Karl Robinson (Martin Milner), sua esposa Lotte (Pat Delaney), seus filhos Fred (Michael-James Wixted) e Ernie (Eric Olson), e a filha do capitão do navio, Helga Wagner (Cindy Fisher), isolados em uma pacífica ilha praticamente deserta. No local, eles encontram o marujo americano Jeremias Worth (Cameron Mitchell), vítima de um naufrágio sete anos antes. Juntos, eles constroem um abrigo e aprendem a sobreviver aproveitando o que a natureza lhes oferece. A traquilidade não dura muito, pois logo um grupo de piratas desembarca na ilha em busca de um ídolo de ouro. Quando a série estreou dia 14 de setembro, o elenco apresentava duas modificações, Willie Aames interpretava Fred, e Helen Hunt (Mad About You) ficara com o papel de Helga.Nos episódios seguintes, as tentativas de voltar para casa são interrompidas por animais perigosos, nativos inamistosos, vulcões, doenças, escravos e amotinados em fuga e até uma celebração natalina. Em dezembro de 1975, a série apresentou um episódio de natal com duas horas. Apesar dos visitantes ocasionais à ilha, a família jamais parte, nem mesmo quando o famoso Jean Lafitte retorna ao local e lhes oferece ajuda. Temendo os conflitos entre Inglaterra e Estados Unidos, eles acreditam ter mais segurança na ilha.
Ao contrário das produções anteriores de Allen (Viagem ao Fundo do Mar, Perdidos no Espaço e Terra de Gigantes), A Família Robinson não atingiu o mesmo sucesso, tendo apenas uma temporada de 20 episódios. Um dos problemas enfrentados foi a forte concorrência com The Wonderful World of Disney, na NBC, e 60 Minutes, da CBS. Diante desta forte competição, não havia muito espaço para a família suíça, assim, a série foi encerrada dia 28 de março de 1976.

O “Jornal da Record” da última segunda-feira (01) conquistou excelentes índices de audiência para a Record. O noticiário apresentado por Ana Paula Padrão e Celso Freitas garantiu a vice-liderança isolada no ranking do Ibope.
Na média geral, o “Jornal da Record” fechou com 11 pontos, contra 4,5 do SBT, que exibia o “Você se Lembra?” e 4 da Band, que apresentava a novela infantil “Isa TKM”.
Esses índices são prévios e baseados na preferência de um seleto grupo de telespectadores da Grande São Paulo.
N.T.